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Alcoólicos Anônimos

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Site: http://www.alcoolicosanonimos.org.br/

Como Funciona:

    Raramente vimos alguém fracassar tendo seguido cuidadosamente nosso caminho. Os que não se recuperam são pessoas que não conseguem ou não querem se entregar por completo a este programa simples, em geral homens e mulheres que, por natureza, são incapazes de ser honestos consigo mesmos. Existem pessoas assim. Não é sua culpa, parecem ter nascido assim. São naturalmente incapazes de aceitar e desenvolver um modo de vida que requeira total honestidade. Suas chances são inferiores à média. Existem, também, as que sofrem de graves distúrbios mentais e emocionais, mas muitas delas se recuperam, se tiverem a capacidade de serem honestas.
    Nossas histórias revelam, de uma forma geral, como costumávamos ser, o que aconteceu e como somos agora. Se você chegou à conclusão de que quer o que nós temos e deseja fazer todo o possível para obtê-lo, então está pronto para dar alguns passos.
    Diante de alguns, nós recuamos. Achamos que poderíamos encontrar um modo mais fácil e mais cômodo. Mas não conseguimos. Com toda a veemência de que somos capazes, pedimos que você seja corajoso e cuidadoso, desde o início. Alguns de nós tentamos nos agarrar a nossas velhas idéias e o resultado foi nulo, até que nos rendemos incondicionalmente. Lembre-se de que estamos lidando com o álcool - traiçoeiro, desconcertante, poderoso! Sem ajuda, é demais para nós.
    
    (Trecho do Livro:”Alcoólicos Anônimos”, Capítulo V)

 

Sinopse de livros de Alcoólicos Anônimos:

 

1) Os Doze Passos e as Doze Tradições:

Este livro expõe "uma visão clara dos princípios através dos quais os membros de A.A. se recuperam e pelos quais funciona sua Irmandade": Os "Doze Passos" – um conjunto de princípios espirituais em sua natureza que, se forem praticados como um modo de vida, "podem expulsar a obsessão pela bebida e permitir que o sofredor se torne íntegro, feliz e útil"; e as “Doze Tradições”, que delineiam "os meios pelos quais A.A. mantém sua unidade e se relaciona com o mundo exterior, sua forma de viver e desenvolver-se". (174 páginas).

 

 

 

 

2) Linguagem do Coração:

A publicação de "A Linguagem do Coração" reúne pela primeira vez praticamente todos os artigos escritos para "A.A. Grapevine" por Bill W., Co-fundador de Alcoólicos Anônimos. Embora muitos desses artigos tenham sido reimpressos, na forma de livros e livretes de A.A. ou em edições posteriores da revista, seu conjunto nunca foi editado antes em um só volume.
Essa preciosidade já pode ser encontrada nos Escritórios de Serviços Locais.

 

 

 

3) Alcoólicos Anônimos:

Esta quarta edição de "Alcoólicos Anônimos" veio a publico em novembro de 2001, no começo de um novo milênio. Desde a terceira edição, que foi publicada em 1976, o número de membros de A.A. dobrou, atingindo mais de dois milhões de pessoas, com cerca de 100.800 grupos em aproximadamente 150 países.
A literatura tem desempenhado um importante papel no crescimento de A.A. Um fenômeno notável no último quarto de século foi a explosão de traduções de nossa literatura básica para inúmeros idiomas e dialetos. Em cada um dos países em que a semente de A.A. foi plantada, ela primeiro fincou raízes lentamente, passando a crescer a passos largos a partir do momento em que se divulgou a literatura. Atualmente o livro "Alcoólicos Anônimos" está traduzido para quarenta e três idiomas.
À medida que a mensagem de recuperação alcançava um número cada vez maior de pessoas, ela também passou a afetar as vidas de uma crescente variedade de alcoólicos. Quando a frase "Somos pessoas que, normalmente, não se encontrariam juntas" (citada neste livro) foi escrita em 1939, ela se referia a uma Irmandade composta em sua maioria por homens (e umas poucas mulheres) provenientes de um ambiente social, ético e econômico bastante parecido. Como muitas outras partes do texto básico de A.A., estas palavras revelaram-se muito mais proféticas do que nossos membros fundadores sequer poderiam imaginar. As histórias acrescentadas a esta edição representam a participação em nossa Irmandade de pessoas cujas características - de idade, gênero, raça e cultura - se ampliaram e se aprofundaram para incluir virtualmente qualquer indivíduo que os nossos primeiros cem membros poderiam esperar atingir.
Enquanto nossa literatura preserva a integridade da mensagem de A.A., amplas mudanças na sociedade como um todo se refletem em novos hábitos e procedimentos dentro da Irmandade. Por exemplo, aproveitando-se dos avanços tecnológicos, os membros de A.A. que dispõem de computador podem participar de reuniões por internet, compartilhando com companheiros alcoólicos de todo o país e do mundo inteiro. Em qualquer reunião, em qualquer lugar, os AAs compartilham entre si experiências, forças e esperanças com o propósito de manterem-se sóbrios e ajudarem outros alcoólicos. Modem a modem ou cara a cara, os AAs falam a linguagem do coração em todo o seu poder e simplicidade.

 

4) Levar Adiante:

A história de Bill Wilson e como a mensagem de A.A. chegou ao mundo inteiro.
Aqui está Bill W., o homem conhecido por todos e a quem ninguém conheceu. Aqui está também, entrelaçada inextricavelmente em sua vida, a história dramática da fundação de Alcoólicos Anônimos, de suas primeiras lutas e de seu assombroso crescimento.
Bill era um homem de caráter complexo e contraditório. Apesar de sempre tentarmos coloca-lo num pedestal, ele sempre se empenhou em manter a autêntica humildade, negando-se a aceitar honras e acentuando o valor espiritual do anonimato. Co-fundador de A.A., nunca chegou a ser membro de A.A., porque nunca permitimos que o fosse. Mesmo sendo um homem de forte impulso egoísta, sempre atribuiu aos outros seus créditos merecidos: a Ebby, a Lois, ao Dr. Bob. Um líder carismático, ele evitou o poder e "estava disposto a nos deixar passar à frente antes que nós o deixássemos" (segundo as palavras do Dr. Jack Norris). Foi aclamado como uma das figuras mais importantes do século XX; todavia, uma das mecanógrafas não-alcoólicas do manuscrito deste livro comentou:É uma pena que ele nunca tenha feito nada com suas habilidades".
Neste livro encontra-se a história completa de uma vida extraordinária: a infância e adolescência em Vermont do garoto que sempre queria ser o Número Um. O serviço no exterior como Oficial do exército durante a Primeira Guerra Mundial. Seu namoro e os anos de casamento com Lois. O garoto dourado de Wall Street que acabou mergulhando no desespero alcoólico. Ebby T. e o Dr. Silkworth, a experiência espiritual de Bill e seu encontro com Dr. Bob. E, especialmente para o leitor de A.A., o papel que Bill desempenhou em Alcoólicos Anônimos.
Esta obra, em preparação durante mais de cinco anos, é a biografia definitiva de Bill W. Cada palavra está documentada, cada fonte de consulta pode ser comprovada. Para aqueles que estudam o movimento, este livro terá um valor imenso, proporcionando a todos nós uma leitura emocionante e inspiradora.

 

 

5) Viver Sóbrio:

Verdadeiro “Manual de Sobrevivência” para alcoólicos e alcoólicas, particularmente nas fases iniciais de sua recuperação, este livro apresenta “alguns métodos usados por membros de A.A. para não bebe”. Esta dividido em 31 capítulos curtos e objetivos, tratando das mais variadas situações de vida diante das quais a reação habitual de qualquer alcoólico seria voltar ao copo. E sugere alternativas para que isso não aconteça, desde que a pessoa assim o deseje. (119 páginas).

 

 

 

 

Os Doze Passos:

“Os Doze Passos” são a essência do programa de A.A. para a recuperação pessoal do alcoolismo. Mão são teorias abstratas: baseiam-se na experiência , nos êxitos e fracassos dos primeiros membros de A.A. Descrevem as atitudes e as atividades que foram importantes para ajudá-los a alcançarem a sobriedade. A aceitação dos “Doze Passos” de forma alguma é obrigatória....”
(extraído do livreto: “44 Perguntas”, com autorização da JUNAAB)

1. Admitimos que éramos impotentes perante o álcool - que tínhamos perdido o domínio sobre nossas vidas.
2. Viemos a acreditar que um Poder Superior a nós mesmos poderia devolver-nos a sanidade.
3. Decidimos entregar nossa vontade e nossa vida aos cuidados de Deus, na forma em que O concebíamos.
4. Fizemos minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos.
5. Admitimos perante Deus, perante nós mesmos e perante outro ser humano, a natureza exata de nossas falhas.
6. Prontificamo-nos inteiramente a deixar que Deus removesse todos esses defeitos de caráter.
7. Humildemente, rogamos a Ele que nos livrasse de nossas imperfeições.
8. Fizemos uma relação de todas as pessoas a quem tínhamos prejudicado e nos dispusemos a reparar os danos a elas causados.
9. Fizemos reparações diretas dos danos causados a tais pessoas, sempre que possível, salvo quando fazê-las significasse prejudicá-las ou a outrem.
10. Continuamos fazendo o inventário pessoal e, quando estávamos errados, nós o admitíamos prontamente.
11. Procuramos, através da prece e da meditação, melhorar nosso contato consciente com Deus, na forma em que O concebíamos, rogando apenas o conhecimento de Sua vontade em relação a nós, e forças para realizar essa vontade.
12. Tendo experimentado um despertar espiritual, graças a esses Passos, procuramos transmitir essa mensagem aos alcoólicos e praticar esses princípios em todas as nossas atividades.
 

As Doze Tradições:

“As Doze Tradições” de A.A. são os princípios sugeridos para assegurar a sobrevivência e o crescimento dos milhares de grupos que compõem a Irmandade. Baseiam-se na experiência dos próprios grupos durante os cruciais da formação do movimento...”
(extraído do livreto: “44 Perguntas”, com autorização da JUNAAB)

1. Nosso bem-estar comum deve estar em primeiro lugar; a reabilitação individual depende da unidade de A.A.
2. Somente uma autoridade preside, em última análise, o nosso propósito comum - um Deus amantíssimo que Se manifesta em nossa consciência coletiva. Nossos líderes são apenas servidores de confiança; não têm poderes para governar.
3. Para ser membro de A.A., o único requisito é o desejo de parar de beber.
4. Cada Grupo deve ser autônomo, salvo em assuntos que digam respeito a outros Grupos ou a A.A. em seu conjunto.
5. Cada Grupo é animado de um único propósito primordial - o de transmitir sua mensagem ao alcoólico que ainda sofre.
6. Nenhum Grupo de A.A. deverá jamais sancionar, financiar ou emprestar o nome de A.A. a qualquer sociedade parecida ou empreendimento alheio à Irmandade, a fim de que problemas de dinheiro, propriedade e prestígio não nos afastem de nosso objetivo primordial.
7. Todos os Grupos de A.A. deverão ser absolutamente auto-suficientes, rejeitando quaisquer doações de fora.
8. Alcoólicos Anônimos deverá manter-se sempre não-profissional, embora nossos centros de serviços possam contratar funcionários especializados.
9. A.A. jamais deverá organizar-se como tal; podemos, porém, criar juntas ou comitês de serviço diretamente responsáveis perante aqueles a quem prestam serviços.
10. Alcoólicos Anônimos não opina sobre questões alheias à Irmandade; portanto, o nome de A.A. jamais deverá aparecer em controvérsias públicas.
11. Nossas relações com o público baseiam-se na atração em vez da promoção; cabe-nos sempre preservar o anonimato pessoal na imprensa, no rádio e em filmes.
12. O anonimato é o alicerce espiritual das nossas Tradições, lembrando-nos sempre da necessidade de colocar os princípios acima das personalidades.

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